O Manchester City foi declarado culpado em 114 infrações financeiras, mas o presidente Khaldoon Al Mubarak procurou acalmar os adeptos, criticando quem se apressou a tirar conclusões e a gerar ruído. Em comunicado, reafirmou que o clube respeitou um processo legal de oito anos e esperava que a Premier League agisse como um organismo independente, imparcial e justo, livre de influências.
O clube reiterou o teor de um comunicado de fevereiro de 2023, onde manifestava surpresa pela divulgação das alegadas violações e bem-vinda a revisão por uma comissão independente, que deveria avaliar de forma imparcial o conjunto de provas apresentadas. As possíveis sanções incluem dedução de pontos, multas (suspensas ou imediatas), expulsão da liga com descida para 2027/28 e, em menor grau, perda de títulos.
As 114 infrações detalham-se em várias categorias: 54 falhas na prestação de informação financeira (2009/10–2017/18), 14 declarações inexatas sobre pagamentos a jogadores e técnicos (2009/10–2017/18), cinco incumprimentos das regras da UEFA (2013/14–2017/18), sete violações do PSR da Premier League (2015/16–2017/18) e 35 casos de falta de cooperação com investigações (dezembro de 2018–fevereiro de 2023).
Fonte: Maisfutebol
