Na antevisão ao jogo com o País de Gales, Jorge Jesus afirmou que a curta margem de trabalho condiciona alterações profundas e até pode «atrofiar os jogadores». Garantiu que os futebolistas que já têm algumas bases com ele serão titulares e que, apesar de preferir um segundo avançado, não segue exclusivamente um 4-3-3, valorizando um médio de cobertura capaz de ajudar os centrais.
Sobre Cristiano Ronaldo, Jesus admitiu que, salvo imprevistos, contará com o capitão desde o início e sublinhou o impacto do jogador nas assistências do público. Referiu também acreditar na inteligência coletiva da equipa, na necessidade de variabilidade tática e na ambição de defender a Liga das Nações, sem separar essa meta da preparação para grandes competições.
Fonte: Record
